Meu nome é Melissa tenho 18 anos e o que vou contar talvez choque alguns. Basta informar que sou uma peste desde os 15 anos, meus pais são separados,mas isso não me impede de ser feliz. Aos 15 anos meu pai me mandou para um colégio interno regido por padres e freiras, após me flagra ensinando meu meio irmão como se chupa uma bucet@, claro que o bichinho tava viciado em mamar um grelinho por minha causa, eu dava Minha xoxotinha para ela brincar toda noite.
É... Eu sou safadinha ao extremo, gosto de putaria e aqui no colégio eu estou de olho no padre Romano, ele tem 40 anos e um jeitão afeminado, mas percebi o volume na sua calça moleton, quando as alunas estão jogando vôlei no pátio com as novisas. O padre tem um volume grande e eu fiquei interessada.
Hoje resolvi armar alguma confusão para ser mandada ao seu gabinete de diretor.
Bati em uma colega de classe durante a aula da freira mais chata que existe aqui, eu também estou de olho na irmã marina, uma vez fui procurá-la em seus aposentos para pedir absorvente e a flagrei tocando uma siririca gostosa em sua bucet@ grande, de lábios grossos, toda aberta sentada na cama, fiquei exitada em ver o tamanho do seu clitores, parecia uma rol@ em miniatura e aí imaginei minha boca mamando aquele cajá durinho, chupando como chupeta!
Eu ainda vou conseguir comer a irmã ou eu não me chamo Melissa safadinha.
Bem, meu objetivo é perder a virgindade com uma rola grossa, cabeçuda e o padre tem uma enorme. Quem sabe eu não me livro desse incomodo chamado cabaço.
Eu gosto de sentir uma dorzinha de vez em quando, gosto que mordam meu grelinho ou que chupem com força os grandes lábios da minha xaninha e aqui eu não tenho mais meu irmãozinho para mamar minha xoxotinha com força do jeito que gosto. Aí armei o castigo e fui para a sala do diretor padre Romano.
- Entre...
- Padre, a Melissa como sempre arrumando confusão, acho que merece ser disciplinada.
- Deixe ela aqui irmã, Aparti de agora Melissa vai me ajudar por 2 horas todos os dias nos intervalos.
A freira sorriu para mim, um riso malvado e eu mostrei meu dedo fazendo movimentos na palma da outra mão como estivesse tocando uma siririca, seus olhos arregalaram, ela estava de costas para o birô do padre, já de saída, mas o gesto a fez parar na minha frente e eu falei baixinho.
- Eu quero fazer em você com a língua o que fez com seus dedos ontem no seu corpo irmã!
Ela ficou corada e saiu apressada da sala, deixando a porta aberta, eu fechei e passei a chave e voltei olhando o padre que nem levantou os olhos dos papéis que examinava.
- Padre, aqui tá muito calor!
- So um instante Melissa, tenho que enviar esse arquivo, já falo com você!
Eu esperei sentada na cadeira em frente a mesa, afastei um pouco para trás e coloquei minhas pernas abertas nos braços, a saia subiu e revelou a calcinha com abertura no meio, onde meus lábios vaginais grandes ficavam expostos.(Sabem aquelas calcinhas que facilitam você transar em pé ou ser chupada no grelinho?) Pois é... Eu cortei uma e coloquei meus lábios vaginais na abertura. Imagine o susto do padre quando levantou a cabeça.
- Menina baixe essa saia!
- Porque? Padre... Eu quero que o Sr. Veja como sou gostosinha!
O padre engoliu seco e levantou apressado para fechar minhas pernas, mas era tarde, o volume na calça era visível, eu apontei o dedo e falei.
- O Sr. Estar igual quando assisti nosso treino de vôlei padre! Ou o sr. Acha que não observo o padre alisando o pau?
- Você é louca menina?
- Não... Eu só quero que o sr. Venha até aqui e eu mostro como matar sua vontade.
Caso contrário vou relatar que o Sr. Me assediou.
- Misericórdia! Vocês não faria isso.
Coloquei os peitinhos para fora do do uniforme e o chamei com o dedinho, toda safadinha.
- Claro que faço padre, caso o senhor não fique de joelhos... Venha padre!
Ele rescostou no birô e fechou os olhos, aproveitei e eu mesma fiquei de joelhos na frente daquele volume grande, abri o cinto, baixei o zipe e coloquei aquela pic@ descomunal para fora! Era uma senhora rol@ e eu não ia desperdiçar, que cabeça! Coloquei a pontinha da língua na abertura da uretra, bolinando, ele suspirou curvando o corpo para trás o que me fez abocanhar a cabeça todinha, comecei a chupar com força, depois tentei engolir mais um pouco, mas minha boquinha era pequena para a grossura da pic@. Aí ele segurou meu cabelo e ficou fazendo um vai e vem até o de minha boquinha suportava.
- Cachorra impura... Você estar mamando a rol@ do padre... Tá gostando safadinha?
Isso me excitou ao máximo, o padre estava aderindo ao meu plano maravilhosamente e eu suguei com mais força, lambia suas bolas durinhas de tesão e voltei para a cabeça vermelha, abria a boca como podia e ele socava me fazendo engasgar, gozou gostoso melando minha cara. Pronto agora eu tinha o padre entre minhas pernas. Ele me puxou para cima limpou meu rosto e me sentou na cadeira de antes, abriu minhas pernas colocando novamente nos braços da poltrona e caiu de boca nos meus lábios vaginais que saiam pela abertura da calcinha, molhou com a língua, rasgou a calcinha e fez uma chupetinha nos lábios, depois abriu com os dedos, lambuzou minha grutinha e ao mesmo tempo chupava meu clitóris com força.
- Gosta assim putinha virgem?
- Como sabe que sou virgem padre?
- Porque tentei enfiar meu dedo e achei resistência garota, você quer gozar na minha boca cachorrinha?
- Quero sim padre Romano, chupa gostoso, me faz gozar seu leitinho... Faz!
Meninas, o padre mamou como um bezerro faminto, cheio de safadezas, abria minha grutinha, enfiava a língua, mas não deixava de mamar meu grelinho ( clitoris) com contante, lambuzava tudo, meu gozo escorreu racha a baixo e ele tomou tudinho na entrada do meu cüzinho.
Depois me colocou sentada em seu colo de costas para ele e bolinou minha xoxotinha melada e meu cüzinho. Nesse dia ele arrombou meu buraquinho, foi devagar,pois teve dificuldade em entrar, tapou minha boca para que eu não gritasse e foi enfiando.
- Vai doer putinha, só no começo... Você vai deixar eu comer seu cüzinho?
Balancei a cabeça que sim e ele retirou a cabeçona e encostou na entrada da minha xotinha encharcada, fazendo fricção, molhando seu paü até o talo,ia e voltava esfregando na minha racha e esperto como nunca ,bolinava meu clitóris gostosamente. Eu gozei de novo em abundância molhando sua rol@ descomunal e foi aí que ele enfiou dois dedos melados do meu gozo no meu buraquinho, alargando e por fim foi enfiando sua pic@, comendo meu cüzinho apertado, até estar todo atolado, ficou parado sentindo as sensações de estar todo dentro.
- tá atoladinha né safadinha? Tá ardendo ? Posso tirar a mão da sua boca?
Balancei a cabeça que sim, eu já tinha cido comida no cüzinho por uma aluna, com um vibrador grosso,já pensando no dia que ia dá para o padre! Mas sentir aquele pau quente e grosso no meu cü foi demais, aí comecei a rebolar de costas, a sair e sentar, ficando atolada na vara grossa e longa, foi a melhor foda de cüzinho que tive até hoje. Fiquei toda arrombada e com pena do padre pois esvolei sua puc@, nao sei como fez para colocar remédio, mas o vi de batina por um bom tempo. E eu coloquei esperma pô ara fora por três dias. O gozo do padre encheu meu cüzinho que transbordou.
Quando tivemos a chance de fazer de novo, ele não comeu mais meu rabinho, mas tirou meu cabaço com a irmã Marina, que convenci a transar comigo durante a recuperação da rol@ do padre e foi uma festa, ela chupava meu grelinho enquanto ela enfiava a pic@ tirando minha virgindade e hoje ela nos come gostoso ou comeu até eu sair do internato.